domingo, 13 de junho de 2010

França x Uruguai, o clássico do tédio.

A abertura da Copa do Mundo de 2010, deu-se com um jogo empolgante entre a anfitriã, África do Sul e o visitante, México. O empate por 1 a 1, no entanto abafou um pouco a festa dos sul-africanos.
Apesar do início morno, a atmosfera de Copa do Mundo era o bastante para manter a empolgação as vesperas de outra partida, e essa, cercada de expectativas.

Trata-se de Uruguai x França, um clássico entre duas das mais tradicionais seleções do mundo.
Mas entre elas, as semelhanças iam além de terem ambas conquistado em outras oportunidades o título mundial. Elas também encontram-se em situação bem parecida. Ambas enfrentam uma grande desconfiança.
O Uruguai se classificou de última hora, na repescagem, contra a Costa Rica, e a França contra a Irlanda. Para os franceses, não bastasse o futebol burocrático e fraco técnicamente, ainda pesou o fato de terem conseguido a classificação com a ajuda da arbitragem, no polêmico lance de Thierry Henry, onde o atacante se utiliza da mão para evitar a saída de bola e na sequência permitir que Gallas marcasse o tento que colocaria os Le Bleus em mais uma Copa do Mundo.

Com a bola rolando, as duas equipes mostraram todo nervosismo acumulado por esses eventos.
Podemos resumir o jogo, como uma partida violenta, muito fraca técnicamente e lenta.
A Cidade do Cabo, certamente esperava muito mais de duas equipes que poderiam produzir muito mais.
A fase não é boa, mas um Uruguai com Lugano, Alvaro Pereira, Lodeiro, Diego Forlán, Luis Suárez, entre outros poderia sem dúvida fazer uma partida mais atrativa.
No lado francês, é até desnecessário mencionar a quantidade de bons atletas presentes na equipe de Raymond Domenech. Mas vou citar em nome do prache: Gourcuff, Malouda, Ribéry, Anelka, Govou, Henry, etc.
A falta de organização tática, e um padrão de jogo, são os problemas mais agravantes das duas equipes.
Isso é nítido, pelo fato de as duas mal conseguirem explorar os próprios pontos fortes.

Poucas chances de gol. Muitos cartões amarelos, e uma expulsão (Nicolas Lodeiro), foram os acontecimentos mais notáveis de uma partida exaustiva de se assistir.

Lugano e Toulalan ilustram o que foi a partida.

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