Sentado sobre a cama me encontro. O quarto aparentemente pequeno torna-se imensurável, o clima quente não é mais perceptível por conta do frio que de mim é liberado. Nostalgia que vem e vai em questão de segundos aumenta cada vez mais a solidão presente neste cômodo. O vazio, o silêncio e a profundidade dos pensamentos torna a cama cada vez menos confortável.
As paredes estão próximas, está quente, cheio e muito agitado aqui. A sensação é de estar em uma multidão movimentada ao extremo. Pensamentos a mil, muito o que fazer, barulhos, ruídos e vibração cada vez mais desconfortáveis. A explosão de sentimentos e sensações transforma o quarto em outro ambiente agitado demais para reflexões.
Deitado sobre a cama. O clima é agradável com leves brisas que adentram pela janela. O espaço agora é cheio de cores, luzes e sombra. E a doce harmonia entre o silêncio e o som é maravilhosa de se apreciar. Tudo está em seu devido lugar, pensamentos, tarefas, sentimentos e sensações. O conforto do cômodo finalmente é agradável, e agora, ele é ocupado por apenas eu e você.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Espanha campeã mundial!
Sim, eu estive cheio de afazeres e simplesmente sumi do blog e dos textos sobre o mundial da África do Sul.
Mas o importante é que finalmente conhecemos o campeão, o NOVO campeão mundial.
Uma nova seleção entrou para a restrita lista dos que já tiveram a imensurável honra de erguer a taça.
E essa seleção é a Espanha, apelidada alguma vez de "Fúria". Taxação essa que não se justificou ao longo do mundial, talvez pela maneira como a equipe pratica seu futebol, sempre paciente, calculista e extremamente precisa, não demonstrou nenhuma vez essa tendência "furiosa" que o apelido sugere. Mas a final tenha talvez, mostrado que é sim uma seleção com essa característica. Uma seleção, que apesar de viver de placares econômicos, e futebol pragmático, se agiganta perante todos os adversários, impõe seu jogo independente do esquema e dos jogadores da outra equipe. E no final sempre passa por cima.
Um grupo que conquistou a Europa em 2008, e que enfim conquistou o Mundo.
Um país que nos presenteou historicamente com grandes jogadores, e que nessa geração, reuniu um grupo de talento inquestionável, e que exibiu ao planeta, um futebol no mínimo "diferente" em meio a um esporte tão estereotipado.
O futebol mudou, todos sabem, mas a Espanha ergueu um alerta, no sentido de que ele ainda pode se reinventar.
Todos os méritos para essa seleção.
Mas vale a pena ressaltar que não é uma equipe espetacular, não é uma seleção que entra pra história por nada além de conquistar o título. Não tem mais méritos que qualquer outro campeão do mundo. Mas uma seleção que em uma Copa que bem simbolizou o futebol moderno, teve sucesso jogando um futebol que ainda prime por valores tão primordiais.
E quanto á Holanda, só restam as lástimas.
Uma seleção que marcou o futebol de várias formas, um país onde nasceram inúmeros grandes craques que estão imortalizados na história do futebol, mas que segue, por pelo menos mais quatro anos, sem uma Copa do Mundo para presentear tantos feitos para o esporte.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Segunda rodada tem goleadas, grandes jogadas, e fiascos, a Copa começou!
A segunda rodada da Copa do Mundo terminou nesta segunda-feira(21), e mostrou ao mundo, uma semana de futebol, muito, mas muito mais empolgante que a primeira rodada.
Como já era previsto, as seleções finalmente mostraram sua verdadeira face, e foram em busca de seus objetivos. O pragmatismo da primeira rodada, estava enfim derrotado, ou bem perto disso.
África do Sul 0 x 3 Uruguai
A segunda rodada começou com o fiasco da África do Sul, que foi derrotada por 3 a 0 pelo Uruguai com show de Diego Forlán, e assim viu seu sonho de ir além na Copa do Mundo, ir praticamente por água a baixo.
Pode-se questionar a competência dos sul africanos, até mesmo de Parreira, mas negar falta de determinação é impossível. Eles jamais deixaram de tê-la, embora isso não tenha sido o bastante.
Vai fazer falta... vai fazer falta a alegria sul africana, vai fazer falta o sentimento de esperança proveniente das arquibancadas Bafana.
Quanto ao Uruguai? Piedade? Não houve! Forlán encarnou um daqueles carrascos, responsáveis pelos últimos minutos de vida de um individuo, responsável por ceifar determinantemente, sonhos, esperanças e desejos. Mas por outra perspectiva, podemos vê-lo como um redentor, um herói, um guerreiro vitorioso, que rugiu como um animal a cada golpe desferido, e independente do que tenha feito ao seu adversário, fez a si mesmo, fez a quem representa, fez sua glória.
Argentina 4 x 1 Coréia do Sul
O que dizer da Argentina? É uma questão pertinente, é uma questão conveniente. Afinal o time de Maradona vem praticando um futebol muito convincente, volume de jogo é primordial.
Messi vem orquestrando as principais jogadas ofensivas, ainda que não tenha marcado seu gol, é sem dúvida um dos melhores jogadores da Copa até o momento. E Higuain? É o artilheiro! Foram três gols, duas cabeçadas certeiras, e um toque fácil, sem goleiro, para o fundo das redes. Classificação quase garantida, e futebol digno dos jogadores que tem, essa é a Argentina da Copa do Mundo da África do Sul.
México 2 x 0 França
Na sequência, outra equipe em franca crise, caiu na Copa do Mundo. A poderosa França, campeã do mundo, foi derrotada incontestávelmente pelo México, que apesar de ter validado um gol irregular, teve todo merecimento em uma vitória por 2 a 0. Estava instalada a crise francesa, que culminaria em uma semana turbulenta, onde Anelka foi dispensado por ofender o técnico Raymond Domenech, e os jogadores em protesto contra essa atitude se negaram a fazer o treinamento seguinte. A situação francesa é delicadíssima.
Zidane foi colocado como um dos mentores de tamanha atitude revolucionária por parte dos jogadores franceses, foi inclusive questionado a respeito disso. Mostrou compostura, envergadura e articulação para não envolver-se mais do que deveria.
Não se pode deixar de lembrar, o quanto esse homem simboliza. O que ele representa, o que ele fez. Ele já é imortal, ele já está escrito eternamente na história. Nada além disso lhe cabe, como ele mesmo disse.
Eles já estão afundados na lama, e nenhuma mão externa poderá ajudá-los, provavelmente nem se Zinedine entrasse em campo para reassumir a camisa 10. Então que não envolvam esse gênio, em uma sujeira que não é dele.
Alemanha 0 x 1 Sérvia
Outro grande revés da primeira fase foi o sofrido pela Alemanha frente a Sérvia, esse que eu não considero de forma alguma uma "zebra", já que a Sérvia tem uma equipe muito qualificada e soube encaixar seu futebol frente a uma Alemanha desorganizada, e com a pontaria ineficaz, Lukas Podolski que o diga. Apesar da derrota a Alemanha ainda tem boas chances de conseguir a classificação. Pelos seus três títulos mundiais, por seus nomes marcantes, por sua galeria de conquistas invejável, por sua rica história, a Alemanha passará!
Nigéria 1 x 2 Grécia
O que parecia impossível ocorreu. Não que a Nigéria tenha uma seleção mundial, não que suas forças sejam imensuráveis, não que seus jogadores sejam absurdamente espetaculares. Mas porque a Grécia não conta com nada além de alguns jogadores enormes em sua estatura, lentos, lesados, e extremamente pragmaticos, como é o time em sua estrutura.
Mas graças a uma infelicidade cometida por Kaita, o nigeriano foi expulso. E provocou a reação dos gregos.
Quem sabe por intervenção divina, quem sabe algum de seus tantos deuses, alguma de suas tantas forças místicas e metafísicas tenha decaído sobre o espírito de seus guerreiros.
Essa foi a imagem com a qual deparou-se a Nigéria, que sofreu a virada e praticamente confirmou sua eliminação.
Eslovênia 2 x 2 Estados Unidos
Um dos melhores jogos da Copa, se não o melhor!
Gols, chances, jogadas, reação. Aconteceu de tudo nessa partida entre a boa seleção norte americana e a aguerrida Eslovênia.
Os europeus iniciaram a partida dando mostras de superioridade, e com o 2 a 0 no placar, já parecia confirmar sua classificação, e sua soberania em um grupo muito complicado.
Mas eles não contavam com o super Donovan!
O astro norte americano protagonizou uma exibição ESPETACULAR. E conduziu seu time ao empate, com um golaço e um passe. O terceiro não saiu graças a péssima decisão da arbitragem ao anular o gol que daria a vitória de virada aos Estados Unidos. Mas nada que ofusque a partida sensacional que pudemos acompanhar.
Inglaterra 0 x 0 Argélia
Rooney, Gerrard, Lampard, Barry, Ashley Cole, Glen Johnson, Terry, Lennon.
Esses são apenas alguns dos jogadores ingleses que estiveram em campo.
O que dizer para Capello e seus comandados? O que dizer sobre o treinador mais bem pago da Copa do Mundo que não consegue fazer sua equipe ter o mínimo de organização. Que não consegue fazer um emaranhado de ótimos jogadores produzir nada. O que dizer de um bando de pastéis que protagonizam grandes lances em suas equipes e em uma COPA DO MUNDO, mal dominam uma bola?
O que dizer?
Holanda 1 x 0 Japão
Pragmatismo? Falta de criatividade? Futebol sonolento? Sim! Sim! Sim!
Tudo isso a parte, o ótimo time holandês, mesmo sem empolgar, foi a primeira seleção a garantir passagem para as oitavas de final. Isso nos leva sempre ao duelo, futebol espetáculo x futebol resultado.
Independente disso, a Holanda se classificou sem problemas, não sofreu gols, e agora terá uma preparação tranquila para a próxima fase, podendo bem escolher qual dos dois "estilos" de futebol irá praticar no mata-mata.
Gana 1 x 1 Austrália
GAAAANAAAA! GAAANAAAAA! Pelo amor de DEUS GANAAAAAA!
Com um a mais desde o primeiro tempo, contra a péssima seleção australiana e não consegue fazer nenhum golzinho? (O empate veio de penalti, na jogada que deixou a Austrália com um homem a menos)
Desse jeito fica complicado! É mais uma seleção africana a decepcionar, e olha que é a que está passando menos apuros nessa Copa. Vai Gana, ainda dá!
Camarões 1 x 2 Dinamarca
Adeus Eto'o! Boa viagem de volta!
É assim que podemos tratar Samuel Eto'o caso o vejamos por aí.
Ele e todos os outros jogadores da patética seleção camaronesa, que é apenas mais uma seleção africana que passa vexame na Copa do Mundo disputada em seu continente.
Com duas derrotas em duas partidas, somada á campanha da Holanda, Camarões é a primeira seleção eliminada da Copa do Mundo. ISSO MESMO! Nem um milagre salva os camaroneses.
Arrancaram sua cabeça, e comeram o resto.
Eslováquia 0 x 2 Paraguai
Todos os aplausos para mais uma seleção sul americana que está dando show nessa Copa.
O Paraguai venceu incontestavelmente a perdida seleção eslovaca.
Partindo para cima desde o primeiro momento, sem medo de nada e contando com a volta do ótimo Roque Santa Cruz, os paraguaios conseguiram uma vitória maravilhosa que os aproxima demais da próxima fase.
Aplausos e mais aplausos para as seleções do nosso continente, que estão representando a força latina com todo fervor.
Peguem essa europeus!
Itália 1 x 1 Nova Zelândia
Mamma Mia!
O que dizer de uma combalida Itália? Que já entra em campo dando sinais de sua derrocada...
Marcelo Lippi vem perdendo essa Copa aos poucos, desde a convocação, desde a birra com Totti, desde o orgulho em não levar Cassano e Balotelli, até vermos em campo o quão impotente essa seleção é.
Ver o melhor jogador da Copa do Mundo de 2006 falhando de forma ridícula só pode confirmar que esse não deve realmente ser o ano da Itália.
Brasil 3 x 1 Costa do Marfim
Como bateram os marfinenses! E como jogaram pouco...
O Brasil por sua vez, mostrou organização, eficiência, e o despertar de Kaká para a Copa do Mundo de 2010. Além é claro do gol fantástico de Luis Fabiano, embora, pra mim, o fato de ter sido ajudado por uma mãozinha tira um pouco do mérito sim. Não gosto de irregularidades, mesmo que isso favoreça a plasticidade do futebol.
Fora isso, não vimos muito. Drogba ficou isolado a frente o tempo todo, e na única oportunidade que teve deixou o seu. O que a Costa do Marfim teve a mostrar estava um pouco acima dos pés, mais precisamente nas canelas, dos adversários.
Um pouco de confusão, Kaká expulso, e assim terminou a segunda rodada, assim o Brasil se classificou a segunda fase.
Portugal 7 x 0 Coréia do Norte
Primeiro tempo entediante, fraco, que confirmava as teorias de que a Coréia do Norte tinha realmente alguma capacidade, mesmo que fosse uma vocação defensiva.
Portugal e seus vários homens de frente pouco conseguiram fazer até que Raul Meireles, o homem do jogo, fez o primeiro gol. Que demorou, mas abriu a porteira para uma chuva de gols.
Senti um pouco de pena da Coréia do Norte, por toda valentia mostrada contra a seleção brasileira. Mas isso é Copa do Mundo, e em um determinado momento da partida os norte coreanos já não estavam mais com sua alma em campo, já não estavam "vivos". O que só poderia ser um chamariz de uma goleada histórica.
Chile 1 x 0 Suiça
Ferrolho? Não para o Chile!
A aclamada defesa da Suiça foi mais uma vez testada, e dessa vez contra o Chile, um dos melhores estreantes da Copa, pela grande partida que fez, pelas inúmeras oportunidades, pela alta velocidade com que joga. E assim foi esse jogo também.
O Chile foi superior todo o tempo. Volume de jogo, rapidez e lucidez, essas eram as armas chilenas contra a retranca dos suiços. E depois da expulsão de Behrami só contribuiu para que enfim a muralha dos alpes fosse quebrada. E Mark Gonzalez foi o responsável pela façanha.
A Suiça conseguiu, no entanto, obter o recorde de tempo sem sofrer qualquer gol. Mas a vitória ficou mesmo com os chilenos.
Espanha 2 x 0 Honduras
Finalmente! Finalmente! Finalmente a Fúria despertou!
A Espanha enfim conseguiu mostrar um pouco (não tudo) de seu futebol, e fez o suficiente para vencer a gloriosa seleção de Honduras por 2 a 0. Com um espetáculo particular de David Villa que marcou um golaço, dos mais belos dessa Copa do Mundo, e outro de fora da área, também belo. O penalti perdido pelo atacante do Barcelona, não ofuscou sua grande atuação que fez renascer as esperanças espanholas para a sequência do torneio. Após a derrota para Suiça na estréia, tudo que essa ótima seleção precisava era de confiança, pois o resto eles têm. Talento, velocidade e objetividade.
O último jogo desse grupo, reservará certamente um grande duelo, entre a sensação chilena e os espanhóis em busca de uma vitória para se classificarem no primeiro lugar do grupo. Caso haja empate, o Chile fica em primeiro, e a chance de a Espanha encarar o Brasil já nas oitavas é grande. A menos é claro que Portugal derrota a seleção sul brasileira.
E que venha a terceira rodada!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Confirmado Linkin Park no Brasil!
Nesta quarta-feira dia 16/06 foi oficializado mais um evento de grande escala para o Brasil. Stars With You, o evento, será realizado na fazenda Maeda em Itu e suas atrações principais que foram confirmadas até agora são: Linkin Park, Incubus, Pixies e Dave Matthews.
Foram prometidas 60 atrações - que serão divulgadas ao longo dos meses - divididas em três palcos e uma tenda eletrônica. Informações sobre preços e datas serão divulgados essa semana, e o bláábs vai cobrir tudo!
Chester Bennington - Vocal Linkin Park
terça-feira, 15 de junho de 2010
Brasil não empolga e mostra dificuldades
Finalmente estreou a badalada seleção brasileira, na Copa do Mundo da África do Sul.
A equipe comandada por Dunga fez seu primeiro jogo no mundial, e encarou a Coréia do Norte.
Muitos anteviam uma goleada fácil.
Eu nunca concordei com essa previsão, até porque a Copa do Mundo de 2010 tem mostrado que não tem nenhuma seleção "boba" na África do Sul. Times limitados, fracos técnicamente, mostram-se aguerridos, transbordando disposição e força de vontade para buscarem seus objetivos, sejam eles quais forem.
E hoje não foi diferente.
O Brasil mostrou que tem problemas na saída de bola, mostrou que o lado esquerdo é desproporcional em relação ao lado direito, e também que tem muita dificuldade para penetrar em defesas bem armadas.
Nada preocupante demais, até porque, repito, que a Copa do Mundo da África do Sul, tem mostrado que essa dificuldade não é exclusiva para nenhum time, por melhor que ele seja. Salvo pela Alemanha, todas as outras grandes seleções do mundo tiveram dificuldades na estréia, mas a seleção brasileira sempre causa um alvoroço quase sobrenatural.
Antes do começo do jogo, quem roubou a cena foi o atacante Tae Se. Asiático, sempre sonhou em defender a seleção, é originário do Japão, era cotado na Coréia do Sul, mas só foi aceito na Coréia do Norte. O jogador, durante a execução do hino nacional de seu país, soltou as lágrimas e já dava pistas da entrega que teria durante todo o jogo.
A partida realmente foi abaixo das expectativas.
A Coréia do Norte começou indo para o ataque, usando as costas de Michel Bastos para dar seus primeiros pulos.
Mas logo o Brasil tomou o controle das ações, e com toda posse de bola, rodeava a área norte coreana. O lado direito foi do início ao fim, a grande válvula de escape do Brasil. Maicon foi o destaque, chutou pra gol, cruzou, tentou de tudo por ali.
Em um primeiro tempo sonolento, talvez Robinho tenha sido o destaque. Por algumas jogadas individuais, e por ter ao menos se apresentado para a partida.
Na segunda etapa, não demorou para a Coréia do Norte finalmente mostrar falha na marcação, e assim Maicon, livre, entrou na área pela direita, e de onde esperava-se um cruzamento, veio um foguete que passou entre o goleiro e a trave, abrindo o placar.
O jogo não melhorou por causa do gol. Seguiu no mesmo ritmo lento, e nada empolgante.
Michel Bastos pouco aparecia na esquerda.
Até que em lindo passe de Robinho, Elano ampliou a vantagem, logo antes de abandonar o campo, substituído por Daniel Alves.
A Coréia do Norte, despretenciosa foi para o ataque, e diminuiu o placar com requintes heróicos, épicos, graças á luta de Tae Se, que travada o tempo todo contra toda defesa brasileira, finalmente surtiu efeito, e depois de um cabeceio do "Rooney asiático", Yu Nam bateu com firmeza, com confiança, e mesmo jogando a bola pouco acima do tronco de Julio César, fez por merecer alguma alegria para toda a equipe norte coreana.
Uma estréia muito questionada pela torcida brasileira. Mas foi boa, porque trouxe os primeiros três pontos de uma caminhada que será complicada, e que tenho certeza, que não será definida no saldo de gols.
Brasil 2 x 1 Coréia do Norte
Local: Estádio Ellis Park, Johanesburgo (África do Sul)
Data: 15/06/2010 (terça-feira)
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Assistentes: Gabor Eros e Tibor Vamos (HUN)
Gol: BRASIL: Maicon, aos 10min do 2° tempo e Elano, aos 26min do 2° tempo.
COREIA DO NORTE: Yu Nam, aos 38 do 2° tempo
Cartões amarelos: Ramires (BRA)
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo (Ramires), Elano (Daniel Alves) e Kaká (Nilmar); Robinho e Luis Fabiano.
Técnico: Dunga
COREIA DO NORTE: Myong-Guk; Jun-Il, Nam-Chol, Jong-Hyok, Kwang-Chon e Chol-Jin; In-Guk (Kum Il), Yong-Hak, Yun-Nam e Yong-Jo; Jong Tae-Se.
Técnico: Kim Jong-Hun.
Melhor em campo: Maicon
Maicon gesticula á beira do campo, no primeiro tempo.

A equipe comandada por Dunga fez seu primeiro jogo no mundial, e encarou a Coréia do Norte.
Muitos anteviam uma goleada fácil.
Eu nunca concordei com essa previsão, até porque a Copa do Mundo de 2010 tem mostrado que não tem nenhuma seleção "boba" na África do Sul. Times limitados, fracos técnicamente, mostram-se aguerridos, transbordando disposição e força de vontade para buscarem seus objetivos, sejam eles quais forem.
E hoje não foi diferente.
O Brasil mostrou que tem problemas na saída de bola, mostrou que o lado esquerdo é desproporcional em relação ao lado direito, e também que tem muita dificuldade para penetrar em defesas bem armadas.
Nada preocupante demais, até porque, repito, que a Copa do Mundo da África do Sul, tem mostrado que essa dificuldade não é exclusiva para nenhum time, por melhor que ele seja. Salvo pela Alemanha, todas as outras grandes seleções do mundo tiveram dificuldades na estréia, mas a seleção brasileira sempre causa um alvoroço quase sobrenatural.
Antes do começo do jogo, quem roubou a cena foi o atacante Tae Se. Asiático, sempre sonhou em defender a seleção, é originário do Japão, era cotado na Coréia do Sul, mas só foi aceito na Coréia do Norte. O jogador, durante a execução do hino nacional de seu país, soltou as lágrimas e já dava pistas da entrega que teria durante todo o jogo.
A partida realmente foi abaixo das expectativas.
A Coréia do Norte começou indo para o ataque, usando as costas de Michel Bastos para dar seus primeiros pulos.
Mas logo o Brasil tomou o controle das ações, e com toda posse de bola, rodeava a área norte coreana. O lado direito foi do início ao fim, a grande válvula de escape do Brasil. Maicon foi o destaque, chutou pra gol, cruzou, tentou de tudo por ali.
Em um primeiro tempo sonolento, talvez Robinho tenha sido o destaque. Por algumas jogadas individuais, e por ter ao menos se apresentado para a partida.
Na segunda etapa, não demorou para a Coréia do Norte finalmente mostrar falha na marcação, e assim Maicon, livre, entrou na área pela direita, e de onde esperava-se um cruzamento, veio um foguete que passou entre o goleiro e a trave, abrindo o placar.
O jogo não melhorou por causa do gol. Seguiu no mesmo ritmo lento, e nada empolgante.
Michel Bastos pouco aparecia na esquerda.
Até que em lindo passe de Robinho, Elano ampliou a vantagem, logo antes de abandonar o campo, substituído por Daniel Alves.
A Coréia do Norte, despretenciosa foi para o ataque, e diminuiu o placar com requintes heróicos, épicos, graças á luta de Tae Se, que travada o tempo todo contra toda defesa brasileira, finalmente surtiu efeito, e depois de um cabeceio do "Rooney asiático", Yu Nam bateu com firmeza, com confiança, e mesmo jogando a bola pouco acima do tronco de Julio César, fez por merecer alguma alegria para toda a equipe norte coreana.
Uma estréia muito questionada pela torcida brasileira. Mas foi boa, porque trouxe os primeiros três pontos de uma caminhada que será complicada, e que tenho certeza, que não será definida no saldo de gols.
Brasil 2 x 1 Coréia do Norte
Local: Estádio Ellis Park, Johanesburgo (África do Sul)
Data: 15/06/2010 (terça-feira)
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Assistentes: Gabor Eros e Tibor Vamos (HUN)
Gol: BRASIL: Maicon, aos 10min do 2° tempo e Elano, aos 26min do 2° tempo.
COREIA DO NORTE: Yu Nam, aos 38 do 2° tempo
Cartões amarelos: Ramires (BRA)
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo (Ramires), Elano (Daniel Alves) e Kaká (Nilmar); Robinho e Luis Fabiano.
Técnico: Dunga
COREIA DO NORTE: Myong-Guk; Jun-Il, Nam-Chol, Jong-Hyok, Kwang-Chon e Chol-Jin; In-Guk (Kum Il), Yong-Hak, Yun-Nam e Yong-Jo; Jong Tae-Se.
Técnico: Kim Jong-Hun.
Melhor em campo: Maicon
Maicon gesticula á beira do campo, no primeiro tempo.

No duelo de cautelosos, Portugal e Costa do Marfim empatam.
A segunda partida desta terça-feira (15) de Copa do Mundo, foi disputada entre Portugal e Costa do Marfim, dois postulantes a vagas na próxima fase.

As duas seleções, mostraram do início ao fim, cautela, muita cautela.
O medo de perder era o sentimento que transbordava entre as duas equipes, que sabem que entre si, era um resultado que não pode ocorrer, já que as duas enfrentarão o Brasil. E ter de vencer a equipe pentacampeã para vencer não é das tarefas mais fáceis.
Sob essa premissa, os dois times entraram em campo.
A intenção clara de não perederem essa partida, foi algo tão intenso que em vários momentos inibiu a vontade de atacar e mostrar tudo aquilo que podem, que é certamente mais do que foi visto.
O jogo começou bem, em alta velocidade, e com duas equipes, dispostas a usarem os lados do campo.
Mesmo sem Didier Drogba, a Costa do Marfim tinha capacidade para causar problemas a defesa portuguesa. Principalmente com Gervinho que esteve sempre insinuante.
Mas a primeira chance e talvez a única realmente clara de gol, da primeira etapa, veio dos pés do grande astro em campo, de Cristiano Ronaldo, que mesmo de muito longe da meta, arriscou um tiro cheio de efeito que atingiu a trave.
Portugal tinha mais posse de bola e dominava o jogo, mas chances de gol praticamente não existiam.
A segunda etapa nos mostrou uma Costa do Marfim forte, aguerrida e decidida. O que só valoriza o Grupo G.
Os marfinenses viram também a entrada do astro maior de toda África, o artilheiro Drogba. Que começou no banco, mas dada a necessidade, foi chamado por Eriksson.
Ovacionado, o atacante no entanto não conseguiu produzir muito.
E a chuva que esteve presente desde o começo, perdurou até o final. Assim como o pragmatismo que jamais deixou os gramados dessa partida.
No fim das contas, um bom jogo, movimentado, veloz, e físico. Mas que parecia travado. Todas jogadas que pareciam ser incisivas, eram tão cautelosas quanto o jogo todo foi.
Ninguém se esforçou em demasia para fazer um gol.
Um empate sem sabor, mas que refletiu as intenções das equipes de não perderem.
Costa do Marfim 0 x 0 Portugal Local:
Estádio: Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth (África do Sul)
Data: 15 de junho de 2010 (terça-feira) Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Pablo Fandino (URU) e Mauricio Espinoza (URU)
Público: 37.034 torcedores.
Cartões amarelos: Demel e Zokora (Costa do Marfim); Cristiano Ronaldo (Portugal).
COSTA DO MARFIM: Barry; Demel, Zokora, Kolo Touré e Tiené; Yaya Touré, Eboué (Romaric) e Tioté; Kalou (Drogba), Dindane e Gervinho (Keita).
Técnico: Sven-Goran Eriksson.
PORTUGAL: Eduardo; Paulo Ferreira, Bruno Alves, Ricardo Carvalho e Coentrão; Pedro Mendes, Raul Meireles (Ruben Amorim) e Deco (Tiago), Cristiano Ronaldo, Danny (Simão) e Liédson.
Técnico: Carlos Queiroz.
Melhor em campo: Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo foi eleito o melhor em campo pela Fifa.

Partida ruim tem como punição o empate para a Eslováquia
A primeira partida desta terça-feira (15), foi disputada entre Nova Zelândia e Eslováquia.
Ao contrário do que muitos acham, não se tratam de duas seleções muito frágeis, pelo contrário, a Eslováquia, principalmente, tem um time bastante sólido, e se classificou para essa Copa, deixando para trás ninguém menos que a República Tcheca.
Mas nesse jogo, a história não foi boa para nenhuma das duas equipes, e a culpa não é de ninguém além delas mesmas.
O jogo começou nervoso, e só aos 21 minutos tivemos uma grande chance de gol com o capitão eslovaco, Marek Hamsik, jogador do Napoli, muito talentoso, mas que hoje jogou como volante e foi prejudicado por isso. Mas essa é outra história.
A Nova Zelândia não se arriscava, a partida toda tentou a ligação direta, e a utilização de contra-ataques.
Só no segundo tempo é que a rede finalmente foi balançada.
Em cruzamento de Sestak, foi Vittek quem, impedido, aproveitou a chance e colocou no fundo do gol, de cabeça.
Depois de marcar o gol, a Eslováquia diminuiu nitidamente o ritmo, e praticamente abdicou de atacar. Sua adversária também não fazia questão de agredir ofensivamente, a soma disso foi um segundo tempo lastimável na questão técnica.
Mas nos acréscimos, Reid sozinho dentro da área empatou a partida, e concretizou o castigo neozelandes sobre os eslovacos.
O menor público dessa Copa do Mundo, fez justiça ao futebol praticado em campo, que talvez não tenha sido o pior deste Mundial, mas passou perto.
Nova Zelândia 1 x 1 Eslováquia
Local: Royal Bafokeng, em Rustemburgo (África do Sul)
Data: 15/06/2010, terça-feira
Horário: 8h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Jerome Damon (AFS)
Assistentes: Enock Molefe (AFS) e Celestin Ntagungira (RUA)
Público: 23.871 torcedores
Cartões amarelos: Lockhead e Reid (Nova Zelândia) e Strba (Eslováquia)
Gol: Vittek (Eslováquia), aos 4 minutos do segundo tempo e Reid (Nova Zelândia), aos 48.
NOVA ZELÂNDIA: Paston; Reid, Nelsen, Vicelich (Christie) e Smith; Bertos, Lochhead, Elliot, Fallon e Killen (Wood); Smeltz. Técnico: Ricki Herbert.
ESLOVÁQUIA: Mucha; Zabavnik, Durica, Skrtel e Cech; Strba, Weiss (Kucka), Sestak (Holosko) e Hamsik; Jendrisek e Vittek (Stoch). Técnico: Vladimir Weiss.
Melhor em campo: Vittek
Vittek, impedido, completa cruzamento para dentro do gol, e abre o placar do jogo.

Itália mostra suas limitações, mas consegue empate
O último jogo da segunda-feira (14) de Copa do Mundo, foi entre Itália e Paraguai.
A atual campeã do Mundial, segue cercada de desconfianças e questionamentos acerca de sua possibilidade de conseguir algo excepcional nessa Copa.
E o empate contra o frágil Paraguai, só fez acentuar essa dúvida. O que a Itália pode fazer nessa Copa?
O jogo foi fraco técnicamente, truncado, e com praticamente nenhuma jogada fora de contexto.
A Itália desde o início mostrou sua proposta de levantar a bola na área, usar muito os laterais e tentar se garantir defensivamente.
Apesar de ter grande posse de bola, e tocá-la bem a vontade no campo, não conseguia sequer criar oportunidades dentro de sua proposta de jogo.
Aos 39 minutos de jogo, em uma das poucas idas para o ataque da seleção paraguaia, em escanteio, o zagueiro Alcaraz subiu mais que Cannavaro e abriu o placar.
Nada mais houve de produtivo no primeiro tempo.
A segunda etapa começou tão sonolenta quanto a primeira, e só aos 18 minutos, em outra falha de goleiros na Copa, a Itália chegou ao empate.
Pepe cobrou escanteio, e o arqueiro Villar tentou socar a bola, mas não achou nada, deixando o gol vazio e a bola nos pés de De Rossi, não precisa nem explicar o que aconteceu...
Depois do empate, as duas equipes seguiram improdutivas e a partida terminou com um placar justo.
A Itália mostrou ao mundo todo, suas grandes limitações. Não tem criatividade alguma. E o treinador Marcelo Lippi deu-se ao luxo de não convocar jogadores que poderiam, talvez, mudar esse preocupante panorama, como Balotelli e Cassano. Além dos veteranos Del Piero e Totti.
Lippi terá muito trabalho para fazer dessa seleção, competitiva.
E ficar dando declarações poéticas e encorajadoras não serão a solução...
Itália 1 x 1 Paraguai
Local: Estádio Green Point, Cidade do Cabo (África do Sul)
Data: 14/06/2010 (segunda-feira)
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN)
Gol: ITÁLIA: De Rossi, aos 18min do 2° tempo PARAGUAI: Alcaraz, aos 39min do 1° tempo
Cartões amarelos: Camoranesi (ITA) Cáceres (PAR)
ITÁLIA: Gianluigi Buffon (Marchetti); Gianluca Zambrotta, Fabio Cannavaro, Giorgio Chiellini e Domenico Criscito; Daniele de Rossi, Claudio Marchisio (Camoranesi), Riccardo Montolivo e Simone Pepe; Vincenzo Iaquinta e Alberto Gilardino (Di Natale).
Técnico: Marcelo Lippi
PARAGUAI: Justo Villar; Carlos Bonet, Paulo da Silva, Antolín Alcaráz e Claudio Morel Rodríguez; Enrique Vera, Víctor Cáceres, Cristian Riveros e Aureliano Torres (Santa Cruz); Nelson Haedo Valdez (Santana) e Lucas Barrios (Cardozo).
Técnico: Gerardo Martino.
Melhor em campo: Alcaraz
Alcaraz, eleito melhor em campo, comemora o gol que abriu o placar.
A atual campeã do Mundial, segue cercada de desconfianças e questionamentos acerca de sua possibilidade de conseguir algo excepcional nessa Copa.
E o empate contra o frágil Paraguai, só fez acentuar essa dúvida. O que a Itália pode fazer nessa Copa?
O jogo foi fraco técnicamente, truncado, e com praticamente nenhuma jogada fora de contexto.
A Itália desde o início mostrou sua proposta de levantar a bola na área, usar muito os laterais e tentar se garantir defensivamente.
Apesar de ter grande posse de bola, e tocá-la bem a vontade no campo, não conseguia sequer criar oportunidades dentro de sua proposta de jogo.
Aos 39 minutos de jogo, em uma das poucas idas para o ataque da seleção paraguaia, em escanteio, o zagueiro Alcaraz subiu mais que Cannavaro e abriu o placar.
Nada mais houve de produtivo no primeiro tempo.
A segunda etapa começou tão sonolenta quanto a primeira, e só aos 18 minutos, em outra falha de goleiros na Copa, a Itália chegou ao empate.
Pepe cobrou escanteio, e o arqueiro Villar tentou socar a bola, mas não achou nada, deixando o gol vazio e a bola nos pés de De Rossi, não precisa nem explicar o que aconteceu...
Depois do empate, as duas equipes seguiram improdutivas e a partida terminou com um placar justo.
A Itália mostrou ao mundo todo, suas grandes limitações. Não tem criatividade alguma. E o treinador Marcelo Lippi deu-se ao luxo de não convocar jogadores que poderiam, talvez, mudar esse preocupante panorama, como Balotelli e Cassano. Além dos veteranos Del Piero e Totti.
Lippi terá muito trabalho para fazer dessa seleção, competitiva.
E ficar dando declarações poéticas e encorajadoras não serão a solução...
Itália 1 x 1 Paraguai
Local: Estádio Green Point, Cidade do Cabo (África do Sul)
Data: 14/06/2010 (segunda-feira)
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN)
Gol: ITÁLIA: De Rossi, aos 18min do 2° tempo PARAGUAI: Alcaraz, aos 39min do 1° tempo
Cartões amarelos: Camoranesi (ITA) Cáceres (PAR)
ITÁLIA: Gianluigi Buffon (Marchetti); Gianluca Zambrotta, Fabio Cannavaro, Giorgio Chiellini e Domenico Criscito; Daniele de Rossi, Claudio Marchisio (Camoranesi), Riccardo Montolivo e Simone Pepe; Vincenzo Iaquinta e Alberto Gilardino (Di Natale).
Técnico: Marcelo Lippi
PARAGUAI: Justo Villar; Carlos Bonet, Paulo da Silva, Antolín Alcaráz e Claudio Morel Rodríguez; Enrique Vera, Víctor Cáceres, Cristian Riveros e Aureliano Torres (Santa Cruz); Nelson Haedo Valdez (Santana) e Lucas Barrios (Cardozo).
Técnico: Gerardo Martino.
Melhor em campo: Alcaraz
Alcaraz, eleito melhor em campo, comemora o gol que abriu o placar.
Muito aplicado, Japão estreia com vitória.
Nesta segunda-feira (14), o segundo jogo do dia, foi entre Japão e Camarões.
Muito questionada a princípio, a equipe japonesa mostrou aplicação louvável durante a partida, e com uma equipe muito ajeitada, e organizada, venceu o time camaronês, e começou bem a Copa do Mundo da África do Sul.
Como já é praxe nessa Copa do Mundo, o jogo começou bom, disputado, e com marcação forte de ambos os lados.
Mas aos poucos o ímpeto ofensivo das equipes deu lugar a cautela.
O jogo não teve grandes chances gol, mas foi bem jogado, principalmente pelo fato de o Japão ter sido muito bem distribuído em campo pelo treinador Takeshi Okada.
Os nipônicos levavam muito perigo pelos lados do campo, com os laterais sempre insinuantes e incisivos em suas jogadas rápidas.
E com tanta pressão, os japoneses finalmente abriram o placar, Matsui fez ótima jogada e lançou a bola para a área, o atacante Honda dominou e bateu bem pra fazer o primeiro gol da partida.
A segunda etapa foi mais fraca técnicamente, e Samuel Eto'o apesar de ter ficado em campo até o final, não conseguiu produzir quase nada.
Japão 1 x 0 Camarões
Local: Estádio Free State, Bloemfontein (África do Sul)
Data: 14/06/2010 (segunda-feira)
Horário: 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Olegário Benquerença (POR)
Assistentes: José Cardinal e Bertino Miranda (POR)
Gol: Honda (Japão), aos 39 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Nkoulou (Camarões) e Abe (Japão).
JAPÃO: Kawashima, Komano, Nakazawa, Marcus Túlio Tanaka e Nagatomo; Abe, Endo, Hasebe (Inamoto) e Matsui (Okasaki); Honda e Okubo (Yano).
Técnico: Takeshi Okada
CAMARÕES: Souleymanou; Mbia, Nkoulou, Bassong e Assou-Ekotto; Makoun (Geremi), Matip (Emana) e Enoh; Choupo-Moting (Idrissou), Webó e Eto'o.
Técnico: Paul Le Guen.
Melhor em campo: Honda
Honda, melhor em campo, comemora com os companheiros o gol da vitória sobre Camarões.
Muito questionada a princípio, a equipe japonesa mostrou aplicação louvável durante a partida, e com uma equipe muito ajeitada, e organizada, venceu o time camaronês, e começou bem a Copa do Mundo da África do Sul.
Como já é praxe nessa Copa do Mundo, o jogo começou bom, disputado, e com marcação forte de ambos os lados.
Mas aos poucos o ímpeto ofensivo das equipes deu lugar a cautela.
O jogo não teve grandes chances gol, mas foi bem jogado, principalmente pelo fato de o Japão ter sido muito bem distribuído em campo pelo treinador Takeshi Okada.
Os nipônicos levavam muito perigo pelos lados do campo, com os laterais sempre insinuantes e incisivos em suas jogadas rápidas.
E com tanta pressão, os japoneses finalmente abriram o placar, Matsui fez ótima jogada e lançou a bola para a área, o atacante Honda dominou e bateu bem pra fazer o primeiro gol da partida.
A segunda etapa foi mais fraca técnicamente, e Samuel Eto'o apesar de ter ficado em campo até o final, não conseguiu produzir quase nada.
Japão 1 x 0 Camarões
Local: Estádio Free State, Bloemfontein (África do Sul)
Data: 14/06/2010 (segunda-feira)
Horário: 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Olegário Benquerença (POR)
Assistentes: José Cardinal e Bertino Miranda (POR)
Gol: Honda (Japão), aos 39 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Nkoulou (Camarões) e Abe (Japão).
JAPÃO: Kawashima, Komano, Nakazawa, Marcus Túlio Tanaka e Nagatomo; Abe, Endo, Hasebe (Inamoto) e Matsui (Okasaki); Honda e Okubo (Yano).
Técnico: Takeshi Okada
CAMARÕES: Souleymanou; Mbia, Nkoulou, Bassong e Assou-Ekotto; Makoun (Geremi), Matip (Emana) e Enoh; Choupo-Moting (Idrissou), Webó e Eto'o.
Técnico: Paul Le Guen.
Melhor em campo: Honda
Honda, melhor em campo, comemora com os companheiros o gol da vitória sobre Camarões.
Holanda tem estréia tímida, mas suficiente
Nessa segunda-feira (14), o primeiro jogo da Copa, foi disputado entre Holanda e Dinamarca.
Outra grande favorita á conquista do título do Mundial da África do Sul, enfim estreou.
Sem a estrela de Robben, e com um futebol ainda aquém do esperado, a laranja mecânica teve uma estréia bem tímida, diante de uma Dinamarca que começou dando trabalho.
Os primeiros minutos serviram para testar o goleiro holandês, Stekelenburg, que foi bem nas três chegadas perigosas da Dinamarca.
O primeiro tempo não teve grandes chances, e graças a boa exibição defensiva da equipe dinamarquesa, que empacou o ímpeto ofensivo dos holandeses.
O principal jogador da Dinamarca, Bendtner, criava boas oportunidades nos contra-ataques.
Mas o jogo em si, também era como todos os outros até aqui, muito truncado.
O segundo tempo no entanto, não guardava boas surpresas para a Dinamarca.
E com menos de um minuto, em jogada de Van Persie, a bola bateu nas costas de Agger e morreu no canto do goleiro Sorensen, era o primeiro gol contra da Copa do Mundo da África do Sul.
A entrada de Elia na seleção holandesa, fez o jogo melhorar, pelo menos ficar mais rápido e dinâmico.
E no final da partida, bom passe de Sneijder deixou Elia na cara do goleiro, o jogador do Hamburgo mandou a bola na trave, mas na rebote Kuyt empurrou para o gol vazio.
Afellay quase marca o terceiro dos holandeses, mas Poulsen salvou quase em cima da linha.
Os jogadores da Holanda, reclamaram muito na saída do campo, sobre a altitude, a dificuldade da respiração, reclamaram da bola, e das vuvuzelas intensas nas arquibancadas.
Foram essas as várias justificativas dos holandeses, para a estréia tão tímida, de uma seleção considerada como uma das favoritas ao título.
Holanda 2 x 0 Dinamarca
Local: Soccer City, em Johanesburgo (África do Sul)
Data: 14/06/2010, segunda-feira
Horário: 8h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Stephane Lannoy (FRA)
Assistentes: Eric Dansault e Laurent Ugo (ambos FRA)
Cartões amarelos: De Jong e Van Persie (Holanda); Kjaer (Dinamarca)
Gols: HOLANDA: Daniel Agger (contra), a 1 minuto, e Dirk Kuyt, aos 39 minutos do segundo tempo
HOLANDA: Maarten Stekelenburg; Gregory van der Wiel, John Heitinga, Joris Mathijsen e Giovanni van Bronckhorst; Mark van Bommel, Nigel de Jong (De Zeeuw) e Wesley Sneijder; Dirk Kuyt, Rafael van der Vaart (Eljero Elia) e Robbie van Persie (Ibrahim Affelay). Técnico: Bert van Marwijk.
DINAMARCA: Thomas Sorensen; Lars Jacobsen, Daniel Agger, Simon Kjaer e Simon Poulsen; Christian Poulsen, Thomas Kahlenberg (Christian Eriksen), Thomas Enevoldsen (Jesper Gronkjaer) e Martin Jorgensen; Dennis Rommedahl e Nicklas Bendtner (Mikkel Beckmann). Técnico: Morten Olsen.
Melhor em campo: Wesley Sneijder
Em partida abaixo das expectativas, Sneijder se destaca.

Outra grande favorita á conquista do título do Mundial da África do Sul, enfim estreou.
Sem a estrela de Robben, e com um futebol ainda aquém do esperado, a laranja mecânica teve uma estréia bem tímida, diante de uma Dinamarca que começou dando trabalho.
Os primeiros minutos serviram para testar o goleiro holandês, Stekelenburg, que foi bem nas três chegadas perigosas da Dinamarca.
O primeiro tempo não teve grandes chances, e graças a boa exibição defensiva da equipe dinamarquesa, que empacou o ímpeto ofensivo dos holandeses.
O principal jogador da Dinamarca, Bendtner, criava boas oportunidades nos contra-ataques.
Mas o jogo em si, também era como todos os outros até aqui, muito truncado.
O segundo tempo no entanto, não guardava boas surpresas para a Dinamarca.
E com menos de um minuto, em jogada de Van Persie, a bola bateu nas costas de Agger e morreu no canto do goleiro Sorensen, era o primeiro gol contra da Copa do Mundo da África do Sul.
A entrada de Elia na seleção holandesa, fez o jogo melhorar, pelo menos ficar mais rápido e dinâmico.
E no final da partida, bom passe de Sneijder deixou Elia na cara do goleiro, o jogador do Hamburgo mandou a bola na trave, mas na rebote Kuyt empurrou para o gol vazio.
Afellay quase marca o terceiro dos holandeses, mas Poulsen salvou quase em cima da linha.
Os jogadores da Holanda, reclamaram muito na saída do campo, sobre a altitude, a dificuldade da respiração, reclamaram da bola, e das vuvuzelas intensas nas arquibancadas.
Foram essas as várias justificativas dos holandeses, para a estréia tão tímida, de uma seleção considerada como uma das favoritas ao título.
Holanda 2 x 0 Dinamarca
Local: Soccer City, em Johanesburgo (África do Sul)
Data: 14/06/2010, segunda-feira
Horário: 8h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Stephane Lannoy (FRA)
Assistentes: Eric Dansault e Laurent Ugo (ambos FRA)
Cartões amarelos: De Jong e Van Persie (Holanda); Kjaer (Dinamarca)
Gols: HOLANDA: Daniel Agger (contra), a 1 minuto, e Dirk Kuyt, aos 39 minutos do segundo tempo
HOLANDA: Maarten Stekelenburg; Gregory van der Wiel, John Heitinga, Joris Mathijsen e Giovanni van Bronckhorst; Mark van Bommel, Nigel de Jong (De Zeeuw) e Wesley Sneijder; Dirk Kuyt, Rafael van der Vaart (Eljero Elia) e Robbie van Persie (Ibrahim Affelay). Técnico: Bert van Marwijk.
DINAMARCA: Thomas Sorensen; Lars Jacobsen, Daniel Agger, Simon Kjaer e Simon Poulsen; Christian Poulsen, Thomas Kahlenberg (Christian Eriksen), Thomas Enevoldsen (Jesper Gronkjaer) e Martin Jorgensen; Dennis Rommedahl e Nicklas Bendtner (Mikkel Beckmann). Técnico: Morten Olsen.
Melhor em campo: Wesley Sneijder
Em partida abaixo das expectativas, Sneijder se destaca.

Alemanha tem estréia mais convincente da Copa
O melhor estava guardado par a última partida deste domingo (13), de Copa do Mundo.
Estreou outra gigante do futebol mundial, a Alemanha.
E podemos dizer que, de fato, foi a melhor estréia de seleção nessa Copa.
Os tricampeões mundiais, deixaram claro desde o princípio quem mandaria na partida, contra uma Austrália envelhecida e muito frágil.
O começo da partida, serviu apenas para pregar um susto na defesa alemã. Em escanteio, Garcia teve a bola na pequena área, e só não fez o gol, pois o novo capitão Lahm interceptou no momento certo.
Contudo, aos 7 minutos, a Alemanha respondeu, e em cruzamento rasteiro do Thomas Muller pela direita, Podolski pegou pegou de primeira, e mesmo com desvio do goleiro Schwarzer, abriu o placar.
A Austrália nada conseguia fazer, sua lentidão a impedia de executar qualquer ação preocupante para a Alemanha.
E Klose perdia uma chance atrás da outra, até que aos 26 se redimiu, e em cruzamento de Lahm, se antecipou a Schwarzer e marcou o segundo, de cabeça.
O jogador mais participativo em campo, Özil quase marca um golaço aos 30, mas viu a zaga tirar a bola de cima da linha.
Aos 10 minutos do segundo tempo, a Austrália ainda perdeu seu principal jogador, Tim Cahill após carrinho violento no meia Schweinsteiger.
Klose seguia abusando das chances perdidas, mas a pressão surtiu efeito, e aos 23, Thomas Muller com categoria cortou o zagueiro e bateu no canto.
Poucos minutos depois, o brasileiro naturalizado alemão, Cacau, entrou em campo apenas para deixar o dele, após jogada de Özil, o atacante teve apenas o trabalho de empurrar para as redes.
Confiança revigorada, futebol convincente, e estréia sensacional. Esse é o começo de Copa para a Alemanha.
Alemanha 4 x 0 Autrália
Local: Estádio Moses Mabhida, em Durban (África do Sul)
Data: 13 de junho de 2010, domingo
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Marco Rodríguez (México)
Assistentes: Jose Luis Callado e Alberto Mendez (ambos do México)
Cartões Amarelos: Ozil e Cacau (Alemanha); Neill, Moore e Valeria (Austrália)
Cartão Vermelho: Cahill (Austrália)
Gols: ALEMANHA - Podolski, aos sete minutos de jogo, Klose, aos 25 minutos do primeiro tempo, Muller, aos 23 minutos do segundo tempo e Cacau, aos 25 minutos do segundo tempo
ALEMANHA: Neuer; Lahm, Friedrich, Mertesacker e Badstuber; Khedira, Schweinsteiger, Ozil (Mário Gómez), Muller e Podolski (Marin); Klose (Cacau)
Técnico: Joachim Löw
AUSTRÁLIA: Schwarzer; Wilkshire, Moore, Neill e Chipperfield; Valeri, Grella (Holman), Emerton (Jedinak), Culina e Garcia (Rukavytsya); Cahill
Técnico: Pim Verbeek
Melhor em campo: Mesut Özil
Eleito melhor em campo pela Fifa, Özil foi muito participativo no jogo.
Estreou outra gigante do futebol mundial, a Alemanha.
E podemos dizer que, de fato, foi a melhor estréia de seleção nessa Copa.
Os tricampeões mundiais, deixaram claro desde o princípio quem mandaria na partida, contra uma Austrália envelhecida e muito frágil.
O começo da partida, serviu apenas para pregar um susto na defesa alemã. Em escanteio, Garcia teve a bola na pequena área, e só não fez o gol, pois o novo capitão Lahm interceptou no momento certo.
Contudo, aos 7 minutos, a Alemanha respondeu, e em cruzamento rasteiro do Thomas Muller pela direita, Podolski pegou pegou de primeira, e mesmo com desvio do goleiro Schwarzer, abriu o placar.
A Austrália nada conseguia fazer, sua lentidão a impedia de executar qualquer ação preocupante para a Alemanha.
E Klose perdia uma chance atrás da outra, até que aos 26 se redimiu, e em cruzamento de Lahm, se antecipou a Schwarzer e marcou o segundo, de cabeça.
O jogador mais participativo em campo, Özil quase marca um golaço aos 30, mas viu a zaga tirar a bola de cima da linha.
Aos 10 minutos do segundo tempo, a Austrália ainda perdeu seu principal jogador, Tim Cahill após carrinho violento no meia Schweinsteiger.
Klose seguia abusando das chances perdidas, mas a pressão surtiu efeito, e aos 23, Thomas Muller com categoria cortou o zagueiro e bateu no canto.
Poucos minutos depois, o brasileiro naturalizado alemão, Cacau, entrou em campo apenas para deixar o dele, após jogada de Özil, o atacante teve apenas o trabalho de empurrar para as redes.
Confiança revigorada, futebol convincente, e estréia sensacional. Esse é o começo de Copa para a Alemanha.
Alemanha 4 x 0 Autrália
Local: Estádio Moses Mabhida, em Durban (África do Sul)
Data: 13 de junho de 2010, domingo
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Marco Rodríguez (México)
Assistentes: Jose Luis Callado e Alberto Mendez (ambos do México)
Cartões Amarelos: Ozil e Cacau (Alemanha); Neill, Moore e Valeria (Austrália)
Cartão Vermelho: Cahill (Austrália)
Gols: ALEMANHA - Podolski, aos sete minutos de jogo, Klose, aos 25 minutos do primeiro tempo, Muller, aos 23 minutos do segundo tempo e Cacau, aos 25 minutos do segundo tempo
ALEMANHA: Neuer; Lahm, Friedrich, Mertesacker e Badstuber; Khedira, Schweinsteiger, Ozil (Mário Gómez), Muller e Podolski (Marin); Klose (Cacau)
Técnico: Joachim Löw
AUSTRÁLIA: Schwarzer; Wilkshire, Moore, Neill e Chipperfield; Valeri, Grella (Holman), Emerton (Jedinak), Culina e Garcia (Rukavytsya); Cahill
Técnico: Pim Verbeek
Melhor em campo: Mesut Özil
Eleito melhor em campo pela Fifa, Özil foi muito participativo no jogo.
Em outro jogo ruim, Gana torna-se primeira africana a vencer nesta Copa.
Gana e Sérvia abriram os trabalhos do Grupo D, na Copa do Mundo de 2010.
Apesar da escalação do time sérvio, a partida foi muito abaixo do esperado.
Os ganeses não contaram com alguns dos seus principais jogadores como o astro do Chelsea, Michael Essien e também com o meio campista da Inter, Sulley Muntari.
No entanto, a teoria não superou a prática nesse domingo (13), e os ganeses levaram a melhor.
A partida em si foi tão fraca quanto tem sido esse início de Copa, então podemos dizer que ela apenas manteve a média.
Nenhuma grande jogada, nenhum grande lance, nada de excepcional. As equipes têm preferido manter a organização tática, a se arriscarem um pouco.
O começo foi eletrizante, mas o pé no freio da Sérvia contribuiu para a queda de qualidade do jogo. E as melhores chances de gol acabaram sendo de Gana.
Tendo no ataque o gigantesco Zigic, do Valencia, esperava-se que o time sérvio, tentasse no mínimo, jogadas de bola aérea, já que o centro-avante era o jogador mais alto em campo.
Mas, essa opção foi utilizada, infelizmente para a partida, pouquíssimas vezes.
Aos 30 do segundo tempo, Lukovic foi expulso após receber o segundo amarelo, e deixou a Sérvia com dez.
Dez minutos depois, o meia Kuzmanovic meteu a mão na bola dentro da área, desnecessariamente, e assim viu o árbitro marcar penalti.
E com Gyan batendo forte, o time ganês conseguiu sua vitória, e tornou-se assim, a primeira equipe da África, a vencer nessa Copa do Mundo.
Sérvia 1 x 0 Gana
Local: Estádio Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul)
Data: 13/06/2010 (domingo)
Horário: 11h (de Brasília)
Público: 38.833 torcedores
Árbitro: Héctor Baldassi (Argentina)
Assistentes: Ricardo Casas e Hernan Maidana (ambos da ARG)
Cartões amarelos: Zigic e Lukovic (Sérvia); Vorsah e Tagoe (Gana).
Cartão vermelho: Lukovic (Sérvia).
Gol: Gyan (de pênalti), aos 40 minutos do segundo tempo.
SÉRVIA: Stojkovic, Ivanovic, Lukovic, Vidic e Kolarov; Milijas (Kuzmanovic), Stankovic, Krasic e Jovanovic (Subotic); Zigic (Lazovic) e Pantelic.
Técnico: Radomir Antic.
GANA: Kingson, Pantsil, Vorsah, Jonathan Mensah e Sarpei; Annan, Boateng (Addy), Ayew e Tagoe; Asamoah (Appiah) e Gyan (Owusu-Abeyie).
Técnico: Milovan Rajevac.
Melhor em campo: Asamoah Gyan
Gyan cobrando o penalti que deu a vitória a Gana.
Apesar da escalação do time sérvio, a partida foi muito abaixo do esperado.
Os ganeses não contaram com alguns dos seus principais jogadores como o astro do Chelsea, Michael Essien e também com o meio campista da Inter, Sulley Muntari.
No entanto, a teoria não superou a prática nesse domingo (13), e os ganeses levaram a melhor.
A partida em si foi tão fraca quanto tem sido esse início de Copa, então podemos dizer que ela apenas manteve a média.
Nenhuma grande jogada, nenhum grande lance, nada de excepcional. As equipes têm preferido manter a organização tática, a se arriscarem um pouco.
O começo foi eletrizante, mas o pé no freio da Sérvia contribuiu para a queda de qualidade do jogo. E as melhores chances de gol acabaram sendo de Gana.
Tendo no ataque o gigantesco Zigic, do Valencia, esperava-se que o time sérvio, tentasse no mínimo, jogadas de bola aérea, já que o centro-avante era o jogador mais alto em campo.
Mas, essa opção foi utilizada, infelizmente para a partida, pouquíssimas vezes.
Aos 30 do segundo tempo, Lukovic foi expulso após receber o segundo amarelo, e deixou a Sérvia com dez.
Dez minutos depois, o meia Kuzmanovic meteu a mão na bola dentro da área, desnecessariamente, e assim viu o árbitro marcar penalti.
E com Gyan batendo forte, o time ganês conseguiu sua vitória, e tornou-se assim, a primeira equipe da África, a vencer nessa Copa do Mundo.
Sérvia 1 x 0 Gana
Local: Estádio Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul)
Data: 13/06/2010 (domingo)
Horário: 11h (de Brasília)
Público: 38.833 torcedores
Árbitro: Héctor Baldassi (Argentina)
Assistentes: Ricardo Casas e Hernan Maidana (ambos da ARG)
Cartões amarelos: Zigic e Lukovic (Sérvia); Vorsah e Tagoe (Gana).
Cartão vermelho: Lukovic (Sérvia).
Gol: Gyan (de pênalti), aos 40 minutos do segundo tempo.
SÉRVIA: Stojkovic, Ivanovic, Lukovic, Vidic e Kolarov; Milijas (Kuzmanovic), Stankovic, Krasic e Jovanovic (Subotic); Zigic (Lazovic) e Pantelic.
Técnico: Radomir Antic.
GANA: Kingson, Pantsil, Vorsah, Jonathan Mensah e Sarpei; Annan, Boateng (Addy), Ayew e Tagoe; Asamoah (Appiah) e Gyan (Owusu-Abeyie).
Técnico: Milovan Rajevac.
Melhor em campo: Asamoah Gyan
Gyan cobrando o penalti que deu a vitória a Gana.
Em jogo bizarro Argélia e Eslovênia jogam bola, mas dão sono
Argélia e Eslovênia protagonizaram certamente, um dos piores jogos da Copa do Mundo de 2010. Quem foi ao estádio Peter Mokaba nesse domingo, pela manhã, presenciou um jogo cheio de bizarrices, e muito, mas muito mal jogado.
O começo do jogo nos fez pensar que as equipes iriam atacar e na condição de surpresas da Copa, poderiam mais uma vez causar boa impressão, pelo menos para seus próprios torcedores.
Mas foi mera ilusão...
Cada um dos longos e sofríveis minutos em que a bola rolou, nos exibia jogadores que mal dominavam a Jabulani, não acertavam chutes a gol, batiam escanteios de várzea, e não executavam passes de 5 metros.
Aos 27 minutos do segundo tempo, o glorioso atacante Ghezzal meteu a mão na bola, talvez até intencionalmente, para apimentar o jogo, e foi expulso, deixando a Argélia com dez em campo.
Mas, a expulsão em nada melhorou a partida que seguiu em ritmo vagaroso e sonolento.
Até que o capitão esloveno, Koren, arriscou chute de fora da área e fez Chaouchi engolir um frangaço. Dando assim números finais ao jogo. GRAÇAS A DEUS!
Argélia 0 x 1 Eslovênia
Grupo C
Local: Estádio Peter Mokaba, em Polokwane
Data: 12 de junho de 2010 (sábado)
Horário: 8h30h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Batres (GUA)
Auxiliares: Leonel Leal (CRC) e Carlos Pastrana (HON)
Gol: Koren (Eslovênia), aos 34 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Radosavljevic e Komac(Eslovênia); Yebda e Ghezzal (Argélia)
Cartão vermelho: Ghezzal (Argélia)
Argélia: Chaouchi; Yahia, Bougherra, Halliche e Belhadj; Yebda, Lacen, Ziani, Kadir; Djebour (Ghezzal) e Matmour (Saifi)
Técnico: Saad Raâdane
Eslovênia: Samir Handanovic; Breko, Suler, Cesar e Jokic; Koren, Radosavljevic, Kirm, Birsa (PecniK) e Zlatko Dedic (Ljubijankic); Novakovic
Técnico: Matjaz Kek
Melhor em campo: Koren
Koren comemora o gol da vitória da Eslovênia. O jogador foi eleito o melhor em campo pela Fifa.
O começo do jogo nos fez pensar que as equipes iriam atacar e na condição de surpresas da Copa, poderiam mais uma vez causar boa impressão, pelo menos para seus próprios torcedores.
Mas foi mera ilusão...
Cada um dos longos e sofríveis minutos em que a bola rolou, nos exibia jogadores que mal dominavam a Jabulani, não acertavam chutes a gol, batiam escanteios de várzea, e não executavam passes de 5 metros.
Aos 27 minutos do segundo tempo, o glorioso atacante Ghezzal meteu a mão na bola, talvez até intencionalmente, para apimentar o jogo, e foi expulso, deixando a Argélia com dez em campo.
Mas, a expulsão em nada melhorou a partida que seguiu em ritmo vagaroso e sonolento.
Até que o capitão esloveno, Koren, arriscou chute de fora da área e fez Chaouchi engolir um frangaço. Dando assim números finais ao jogo. GRAÇAS A DEUS!
Argélia 0 x 1 Eslovênia
Grupo C
Local: Estádio Peter Mokaba, em Polokwane
Data: 12 de junho de 2010 (sábado)
Horário: 8h30h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Batres (GUA)
Auxiliares: Leonel Leal (CRC) e Carlos Pastrana (HON)
Gol: Koren (Eslovênia), aos 34 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Radosavljevic e Komac(Eslovênia); Yebda e Ghezzal (Argélia)
Cartão vermelho: Ghezzal (Argélia)
Argélia: Chaouchi; Yahia, Bougherra, Halliche e Belhadj; Yebda, Lacen, Ziani, Kadir; Djebour (Ghezzal) e Matmour (Saifi)
Técnico: Saad Raâdane
Eslovênia: Samir Handanovic; Breko, Suler, Cesar e Jokic; Koren, Radosavljevic, Kirm, Birsa (PecniK) e Zlatko Dedic (Ljubijankic); Novakovic
Técnico: Matjaz Kek
Melhor em campo: Koren
Koren comemora o gol da vitória da Eslovênia. O jogador foi eleito o melhor em campo pela Fifa.
domingo, 13 de junho de 2010
Sábado de Copa tem Messi, Park e Enyeama em alta, e Green em baixa.
Neste sábado, 12 de junho de 2010, potências do futebol entraram em campo, e foi dada a largada nos grupos B e C.
Coréia do Sul x Grécia - Grupo B
Logo pela manhã, estrearam mais duas seleções na Copa do Mundo de 2010. Coréia do Sul e Grécia duelaram pela primeira rodada do grupo B, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Porth Elisabeth.
A Grécia nunca nem tentou esconder sua tática. Se defender, e utilizar a bola aérea. Opção adotada talvez pela incapacidade técnica da equipe.
Mas, a bola aérea faz parte do futebol, e com ela Seitaridis quase abriu o placar no começo da partida.
A Coréia no entanto foi mais feliz na sua investida, e logo aos 7 minutos de partida, Lee Jung-Soo fez o primeiro da partida.
A partida seguia mantendo o baixo nível técnico nessa Copa. Muito disso devido ás graves limitações da Grécia, que mesmo perdendo, praticava um futebol burocrático, preso e conservador. Com os dois postes na frente, Samaras e Charisteas, os gregos não criavam absolutamente nada além de lances de bola parada e lançamentos na área.
No começo da segunda etapa, Vyntra deu um presentão para Park Ji Sung, e o grande jogador da seleção sul-coreana, marcou um belo gol.
A Grécia ainda ensaiou uma pressão pra cima da equipe coreana, mas nada conseguiu.
Coréia do Sul 2 x 0 Grécia.
Com isso, a Coréia larga muito bem na Copa, e deixa a Grécia atolada na...
Sul-Coreanos comemoram o segundo gol da vitória sobre a Grécia. Park foi eleito o melhor em campo.

Argentina x Nigéria - Grupo B
Finalmente estreou a popular seleção argentina. Comandada por Maradona a equipe também vinha cercada por desconfianças, mas a presença de Messi, Tevez, Diego Milito, Higuain e tantos outros astros, sempre ameniza a situação.
Pouco falada, a Nigéria também apresentava uma boa equipe. Os três atacantes de Lars Largeback, davam os indícios de que os africanos não pretendiam se acovardar contra os argentinos. As peças de sua equipe, principalmente no ambito ofensivo, poderiam causar preocupações para qualquer time. Obinna, Yakubu e Obasi, misturavam força e muita velocidade, e tudo isso contra uma defesa muito questionada.
E quando a bola rolou, vimos que Jonas Gutierrez, improvisado na lateral direita, passaria muitos apuros nas mãos de Obasi que jogou o tempo todo nas suas costas, buscando jogadas rápidas, e em um lance individual quase marcou um lindo gol, após entortar o jogador do Newcastle.
Fora essa desorganização defensiva, o time ofensivamente ia bem. Messi inspirado, era o homem do time. Todas bolas passavam pelos pés dele. Criou chances, e causou problemas a todo instante. Mas os gols perdidos por Higuain não estavam ajudando. Mas a Argentina não encontrou problemas em abrir rapidamente o placar. Com 5 minutos de partida, em escanteio cobrado por Verón, o experiente Heinze marcou de cabeça. Em tais condições, então, a Argentina se sentiu mais á vontade, e Messi idem. Mas o goleiro Enyeama estava decidido a atrapalhar os planos do camisa 10. E com várias defesas espetaculares, ele de fato impediu que o astro do Barcelona marcasse qualquer gol. E não foram poucas as tentativas.
Mas o tormento em cima do cada vez mais exausto Gutierrez se extendeu por toda a partida.
Destaque positivo para Verón que ajudou muito na marcação, e saiu de campo como o jogador que mais correu na seleção Argentina.
Argentina 1 x 0 Nigéria
Resultado suficiente para a Argentina que ainda está se estruturando, principalmente na sua defesa, e conseguiu um bom resultado. Tudo indica que Nigéria e Coréia do Sul brigarão pela segunda vaga, pelo menos teoricamente. Mas que a Grécia será o saco de pancadas, isso eu não tenho dúvida.
Heinze autor do gol da vitória da Argentina sobre a Nigéria.

Inglaterra x Estados Unides - Grupo C
Outra balada seleção estreou neste sábado. A Inglaterra de Rooney, Gerrard, Lampard e cia, enfrentaria a respeitável seleção dos Estados Unidos. Organizada e comandada pelo talento de Donovan, Dempsey e Altidore.
O duelo já era interessante desde as escalações, passando pela tranquilidade com se classificaram para a Copa do Mundo, e o bom momento como um todo.
Com três minutos de partida, Heskey fez pivô para Gerrard, que marcou um belo gol, sem dar brecha para o azar.
O jogo foi dinâmico, e Donovan, referência da equipe sempre aparecia para causar problemas ao English Team.
O jogo seguiu em um ritmo agradável, e aos 39 do primeiro tempo, em chute de Dempsey, o goleiro Green se atrapalhou, e deixou a bola passar facilmente, frangaço, que mantém a "maldição" do time inglês, que há muito tempo enfrenta problemas na posição.
Green não é incontestável no gol, mas seu reserva Robinson também é um arqueiro muito irregular.
Depois do empate, o jogo entrou em ritmo frenético, e a Inglaterra passou perto do desempate, mas parou por aí.
Inglaterra 1 x 1 Estados Unidos
Considerando que o adversário era complicado, a Inglaterra não tem muito o que lamentar. Fez uma boa partida, mas Capello já afirmou que precisa melhorar muito para ser campeão. O tempo é curto...
Green foi a grande figura negativa da partida entre Inglaterra e Estados Unidos.

Coréia do Sul x Grécia - Grupo B
Logo pela manhã, estrearam mais duas seleções na Copa do Mundo de 2010. Coréia do Sul e Grécia duelaram pela primeira rodada do grupo B, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Porth Elisabeth.
A Grécia nunca nem tentou esconder sua tática. Se defender, e utilizar a bola aérea. Opção adotada talvez pela incapacidade técnica da equipe.
Mas, a bola aérea faz parte do futebol, e com ela Seitaridis quase abriu o placar no começo da partida.
A Coréia no entanto foi mais feliz na sua investida, e logo aos 7 minutos de partida, Lee Jung-Soo fez o primeiro da partida.
A partida seguia mantendo o baixo nível técnico nessa Copa. Muito disso devido ás graves limitações da Grécia, que mesmo perdendo, praticava um futebol burocrático, preso e conservador. Com os dois postes na frente, Samaras e Charisteas, os gregos não criavam absolutamente nada além de lances de bola parada e lançamentos na área.
No começo da segunda etapa, Vyntra deu um presentão para Park Ji Sung, e o grande jogador da seleção sul-coreana, marcou um belo gol.
A Grécia ainda ensaiou uma pressão pra cima da equipe coreana, mas nada conseguiu.
Coréia do Sul 2 x 0 Grécia.
Com isso, a Coréia larga muito bem na Copa, e deixa a Grécia atolada na...
Sul-Coreanos comemoram o segundo gol da vitória sobre a Grécia. Park foi eleito o melhor em campo.
Argentina x Nigéria - Grupo B
Finalmente estreou a popular seleção argentina. Comandada por Maradona a equipe também vinha cercada por desconfianças, mas a presença de Messi, Tevez, Diego Milito, Higuain e tantos outros astros, sempre ameniza a situação.
Pouco falada, a Nigéria também apresentava uma boa equipe. Os três atacantes de Lars Largeback, davam os indícios de que os africanos não pretendiam se acovardar contra os argentinos. As peças de sua equipe, principalmente no ambito ofensivo, poderiam causar preocupações para qualquer time. Obinna, Yakubu e Obasi, misturavam força e muita velocidade, e tudo isso contra uma defesa muito questionada.
E quando a bola rolou, vimos que Jonas Gutierrez, improvisado na lateral direita, passaria muitos apuros nas mãos de Obasi que jogou o tempo todo nas suas costas, buscando jogadas rápidas, e em um lance individual quase marcou um lindo gol, após entortar o jogador do Newcastle.
Fora essa desorganização defensiva, o time ofensivamente ia bem. Messi inspirado, era o homem do time. Todas bolas passavam pelos pés dele. Criou chances, e causou problemas a todo instante. Mas os gols perdidos por Higuain não estavam ajudando. Mas a Argentina não encontrou problemas em abrir rapidamente o placar. Com 5 minutos de partida, em escanteio cobrado por Verón, o experiente Heinze marcou de cabeça. Em tais condições, então, a Argentina se sentiu mais á vontade, e Messi idem. Mas o goleiro Enyeama estava decidido a atrapalhar os planos do camisa 10. E com várias defesas espetaculares, ele de fato impediu que o astro do Barcelona marcasse qualquer gol. E não foram poucas as tentativas.
Mas o tormento em cima do cada vez mais exausto Gutierrez se extendeu por toda a partida.
Destaque positivo para Verón que ajudou muito na marcação, e saiu de campo como o jogador que mais correu na seleção Argentina.
Argentina 1 x 0 Nigéria
Resultado suficiente para a Argentina que ainda está se estruturando, principalmente na sua defesa, e conseguiu um bom resultado. Tudo indica que Nigéria e Coréia do Sul brigarão pela segunda vaga, pelo menos teoricamente. Mas que a Grécia será o saco de pancadas, isso eu não tenho dúvida.
Heinze autor do gol da vitória da Argentina sobre a Nigéria.

Inglaterra x Estados Unides - Grupo C
Outra balada seleção estreou neste sábado. A Inglaterra de Rooney, Gerrard, Lampard e cia, enfrentaria a respeitável seleção dos Estados Unidos. Organizada e comandada pelo talento de Donovan, Dempsey e Altidore.
O duelo já era interessante desde as escalações, passando pela tranquilidade com se classificaram para a Copa do Mundo, e o bom momento como um todo.
Com três minutos de partida, Heskey fez pivô para Gerrard, que marcou um belo gol, sem dar brecha para o azar.
O jogo foi dinâmico, e Donovan, referência da equipe sempre aparecia para causar problemas ao English Team.
O jogo seguiu em um ritmo agradável, e aos 39 do primeiro tempo, em chute de Dempsey, o goleiro Green se atrapalhou, e deixou a bola passar facilmente, frangaço, que mantém a "maldição" do time inglês, que há muito tempo enfrenta problemas na posição.
Green não é incontestável no gol, mas seu reserva Robinson também é um arqueiro muito irregular.
Depois do empate, o jogo entrou em ritmo frenético, e a Inglaterra passou perto do desempate, mas parou por aí.
Inglaterra 1 x 1 Estados Unidos
Considerando que o adversário era complicado, a Inglaterra não tem muito o que lamentar. Fez uma boa partida, mas Capello já afirmou que precisa melhorar muito para ser campeão. O tempo é curto...
Green foi a grande figura negativa da partida entre Inglaterra e Estados Unidos.

França x Uruguai, o clássico do tédio.
A abertura da Copa do Mundo de 2010, deu-se com um jogo empolgante entre a anfitriã, África do Sul e o visitante, México. O empate por 1 a 1, no entanto abafou um pouco a festa dos sul-africanos.
Apesar do início morno, a atmosfera de Copa do Mundo era o bastante para manter a empolgação as vesperas de outra partida, e essa, cercada de expectativas.
Trata-se de Uruguai x França, um clássico entre duas das mais tradicionais seleções do mundo.
Mas entre elas, as semelhanças iam além de terem ambas conquistado em outras oportunidades o título mundial. Elas também encontram-se em situação bem parecida. Ambas enfrentam uma grande desconfiança.
O Uruguai se classificou de última hora, na repescagem, contra a Costa Rica, e a França contra a Irlanda. Para os franceses, não bastasse o futebol burocrático e fraco técnicamente, ainda pesou o fato de terem conseguido a classificação com a ajuda da arbitragem, no polêmico lance de Thierry Henry, onde o atacante se utiliza da mão para evitar a saída de bola e na sequência permitir que Gallas marcasse o tento que colocaria os Le Bleus em mais uma Copa do Mundo.
Com a bola rolando, as duas equipes mostraram todo nervosismo acumulado por esses eventos.
Podemos resumir o jogo, como uma partida violenta, muito fraca técnicamente e lenta.
A Cidade do Cabo, certamente esperava muito mais de duas equipes que poderiam produzir muito mais.
A fase não é boa, mas um Uruguai com Lugano, Alvaro Pereira, Lodeiro, Diego Forlán, Luis Suárez, entre outros poderia sem dúvida fazer uma partida mais atrativa.
No lado francês, é até desnecessário mencionar a quantidade de bons atletas presentes na equipe de Raymond Domenech. Mas vou citar em nome do prache: Gourcuff, Malouda, Ribéry, Anelka, Govou, Henry, etc.
A falta de organização tática, e um padrão de jogo, são os problemas mais agravantes das duas equipes.
Isso é nítido, pelo fato de as duas mal conseguirem explorar os próprios pontos fortes.
Poucas chances de gol. Muitos cartões amarelos, e uma expulsão (Nicolas Lodeiro), foram os acontecimentos mais notáveis de uma partida exaustiva de se assistir.
Lugano e Toulalan ilustram o que foi a partida.
Apesar do início morno, a atmosfera de Copa do Mundo era o bastante para manter a empolgação as vesperas de outra partida, e essa, cercada de expectativas.
Trata-se de Uruguai x França, um clássico entre duas das mais tradicionais seleções do mundo.
Mas entre elas, as semelhanças iam além de terem ambas conquistado em outras oportunidades o título mundial. Elas também encontram-se em situação bem parecida. Ambas enfrentam uma grande desconfiança.
O Uruguai se classificou de última hora, na repescagem, contra a Costa Rica, e a França contra a Irlanda. Para os franceses, não bastasse o futebol burocrático e fraco técnicamente, ainda pesou o fato de terem conseguido a classificação com a ajuda da arbitragem, no polêmico lance de Thierry Henry, onde o atacante se utiliza da mão para evitar a saída de bola e na sequência permitir que Gallas marcasse o tento que colocaria os Le Bleus em mais uma Copa do Mundo.
Com a bola rolando, as duas equipes mostraram todo nervosismo acumulado por esses eventos.
Podemos resumir o jogo, como uma partida violenta, muito fraca técnicamente e lenta.
A Cidade do Cabo, certamente esperava muito mais de duas equipes que poderiam produzir muito mais.
A fase não é boa, mas um Uruguai com Lugano, Alvaro Pereira, Lodeiro, Diego Forlán, Luis Suárez, entre outros poderia sem dúvida fazer uma partida mais atrativa.
No lado francês, é até desnecessário mencionar a quantidade de bons atletas presentes na equipe de Raymond Domenech. Mas vou citar em nome do prache: Gourcuff, Malouda, Ribéry, Anelka, Govou, Henry, etc.
A falta de organização tática, e um padrão de jogo, são os problemas mais agravantes das duas equipes.
Isso é nítido, pelo fato de as duas mal conseguirem explorar os próprios pontos fortes.
Poucas chances de gol. Muitos cartões amarelos, e uma expulsão (Nicolas Lodeiro), foram os acontecimentos mais notáveis de uma partida exaustiva de se assistir.
Lugano e Toulalan ilustram o que foi a partida.
A Copa do Mundo começou!
A Copa do Mundo de 2010, na África do Sul finalmente começou.
Depois dos espetáculos de abertura, incluindo presença de vários grandes artistas da música e personalidades importantes na história do país africano, finalmente a bola começou a rolar.
Vale destacar também a infelicidade vivida por Nelson Mandela, figura mais importante do cenário sul-africano, ao tomar conhecimento do falecimento de sua bisneta Zenani Mandela que acabou envolvida em acidente de carro na quinta-feira, após deixar o show de abertura da Copa.
Devido a isso, Mandela preferiu ausentar-se da cerimônia de abertura na sexta-feira.
Mas vamos ao assunto principal, a bola começou enfim a rolar.
Sexta-Feira
A partida de abertura da Copa do Mundo da África do Sul, foi realizada pela seleção local. A anfitriã recebeu o México no Soccer City. Diante de mais de 80 mil torcedores, e igual número de vuvuzelas a África do Sul tomou a iniciativa do jogo. Apesar de esbarrar nas próprias limitações, é uma seleção que inegavelmente transpira vontade e disposição. Está longe de ser um primor técnico em seu conjunto, mas sabe trabalhar a bola e conta com a velocidade, característica partilhada por praticamente todos os componentes do selecionado sul-africano.
Mas do outro lado estava o México, insinuante, rápido e ardiloso. Pronto para elaborar uma armadilha.
O primeiro tempo foi apático. Apesar de toda correria, não houve muito futebol. O destaque ficou por conta de Giovanni dos Santos, apoiador mexicano, canhoto, e muito habilidoso, sempre levando problemas para a defesa dos Bafana Bafana, mas nada além disso.
O segundo tempo, por outro lado, começou empolgante, e a África do Sul logo abriu o placar com Tshabalala soltando um petardo no ângulo do pequenino Oscar Pérez (inexplicávelmente titular na vaga de Ochoa) após rápido contra-ataque.
Apesar da superioridade, a seleção da casa não ampliou sua vantagem graças á falta de pontaria de Mphela que perdeu alguns gols absurdos. (Culpa da Jabulani?)
O México, sempre perigoso, foi aos poucos tomando o controle do jogo, e em ótimo cruzado de Guardado, Rafael Márquez meio desajeitado, frente á frente com o goleiro, conseguiu empatar a partida.
A partir daí, a África do Sul voltou a sufocar a defesa mexicana, mas a trave não permitiu mais nenhum gol.
Estréia animada, empolgante, e sob um clima maravilhoso. A atmosfera criada no Soccer City foi algo muito especial. Embora a equipe da casa tenha apenas empatado, os sul-africanos ficaram animados, e espera-se que sua seleção, no mínimo compartilhe dessa animação dentro de campo nos próximos jogos.
O que vale, como a própria torcida já disse, é fazê-los sentir orgulho.
Tshabalala, eleito pela FIFA o melhor em campo na partida entre África do Sul e México.

Depois dos espetáculos de abertura, incluindo presença de vários grandes artistas da música e personalidades importantes na história do país africano, finalmente a bola começou a rolar.
Vale destacar também a infelicidade vivida por Nelson Mandela, figura mais importante do cenário sul-africano, ao tomar conhecimento do falecimento de sua bisneta Zenani Mandela que acabou envolvida em acidente de carro na quinta-feira, após deixar o show de abertura da Copa.
Devido a isso, Mandela preferiu ausentar-se da cerimônia de abertura na sexta-feira.
Mas vamos ao assunto principal, a bola começou enfim a rolar.
Sexta-Feira
A partida de abertura da Copa do Mundo da África do Sul, foi realizada pela seleção local. A anfitriã recebeu o México no Soccer City. Diante de mais de 80 mil torcedores, e igual número de vuvuzelas a África do Sul tomou a iniciativa do jogo. Apesar de esbarrar nas próprias limitações, é uma seleção que inegavelmente transpira vontade e disposição. Está longe de ser um primor técnico em seu conjunto, mas sabe trabalhar a bola e conta com a velocidade, característica partilhada por praticamente todos os componentes do selecionado sul-africano.
Mas do outro lado estava o México, insinuante, rápido e ardiloso. Pronto para elaborar uma armadilha.
O primeiro tempo foi apático. Apesar de toda correria, não houve muito futebol. O destaque ficou por conta de Giovanni dos Santos, apoiador mexicano, canhoto, e muito habilidoso, sempre levando problemas para a defesa dos Bafana Bafana, mas nada além disso.
O segundo tempo, por outro lado, começou empolgante, e a África do Sul logo abriu o placar com Tshabalala soltando um petardo no ângulo do pequenino Oscar Pérez (inexplicávelmente titular na vaga de Ochoa) após rápido contra-ataque.
Apesar da superioridade, a seleção da casa não ampliou sua vantagem graças á falta de pontaria de Mphela que perdeu alguns gols absurdos. (Culpa da Jabulani?)
O México, sempre perigoso, foi aos poucos tomando o controle do jogo, e em ótimo cruzado de Guardado, Rafael Márquez meio desajeitado, frente á frente com o goleiro, conseguiu empatar a partida.
A partir daí, a África do Sul voltou a sufocar a defesa mexicana, mas a trave não permitiu mais nenhum gol.
Estréia animada, empolgante, e sob um clima maravilhoso. A atmosfera criada no Soccer City foi algo muito especial. Embora a equipe da casa tenha apenas empatado, os sul-africanos ficaram animados, e espera-se que sua seleção, no mínimo compartilhe dessa animação dentro de campo nos próximos jogos.
O que vale, como a própria torcida já disse, é fazê-los sentir orgulho.
Tshabalala, eleito pela FIFA o melhor em campo na partida entre África do Sul e México.

Alguém Tem Que Se Foder - Jack [HUMOR]
Nessa Quinta edição do quadro "Alguém tem que se foder" Jack trata de assuntos bem comuns entre os adolescentes de uma forma muito irreverente e muito displicente.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Príncipe da Pérsia é outra adaptação desastrosa dos games


Chegou aos cinemas, o novo filme Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo) e Jerry Bruckheimer, Príncipe da Persia - As Areias do Tempo (Prince of Persia - Sands of Time). Filme que tem a pretensão de ser tão representativo nessa década, quanto foi a trilogia Piratas do Caribe, para a década de 2000.
Em outras palavras, essa série, baseada em um game de sucesso, pretende ser a nova série de aventura, que recheada de efeitos especiais, e uma história empolgante, marcou uma geração.
Mas receio em dizer que isso dificilmente ocorrerá, e é fácil entender porque.
Para entender um pouco disso, basta levar em consideração o legado amaldiçoado que as adaptações de games têm carregado ao longo dos anos.
Foram inúmeros desastres , que mostram que o cinema não tem sido capaz de recriar nas telonas, o universo dos games.
Passando por Mario Bros, Alone in the Dark, Resident Evil e outros golpes diretos, desferidos no rosto dos fãs de games.
Claro que não pretendo dizer com isso, que essa transição, esse transporte do mundo dos games para o cinema, seja impossível. Não. Só imagino que ninguém realmente competente ainda tenha tomado as rédeas de um trabalho que é de fato muito difícil.
A melhor adaptação de que me recordo agora, é Silent Hill, que apesar de ser um filme bastante limitado, consegue não tornar-se ridículo frente ao jogo de origem.
Príncipe da Pérsia é desastroso desde seu início, onde não há qualquer apresentação para os personagens, como se tivessemos obrigação de conhecê-los. O filme parece não ter a menor pressa para chegar á trama principal, e depois disso vem a sensação de que estamos em uma estrada irregular, esburacada e sem fim.
As cenas de ação são muito, mas muito mal coreografadas, os "enxertos" que ele faz, só deixam nítida a sua incapacidade de filmar essas cenas. São vários cortes rápidos executados de forma horrenda, que são feitos assim por pura conveniência. Para tentar passar a sensação de que a cena é melhor do que parece ser. Grande besteira.
Levando ainda em consideração que o ponto alto do jogo é a sua jogabilidade, a interação alucinante em que o jogador é colocado ao controlar o protagonista, sendo capaz de executar todos os movimentos impossíveis, o mínimo que poderia ter sido feito, era ter um cuidado maior específicamente com essa área (não que todo o resto não necessitasse de mais atenção).
Diálogos mal elaborados, impostos de forma redundante, e o pior de tudo, intencionalmente. São mais alguns dos defeitos que se podem apontar nesse grande desastre cinematográfico.
O filme tem ainda como protagonista o questionável Jake Gyllenhaal, que desde Donnie Darko, nunca conseguiu emplacar em outro trabalho. Aqui não é diferente. Mostra-se sem força para tamanha responsabilidade. Sua companheira de cena, Gemma Arterton é uma graça de mulher, mas só isso não basta. Todos os demais atores também estão abaixo do que podem, como o próprio Alfred Molina.
Esse é definitivamente, o pior filme de Mike Newell.
Príncipe da Persia - As Areias do Tempo, ostenta ser divertido, bonito, e romântico. Mas é uma franquia, que definitivamente começou muito mal, e difícilmente deve reverter isso.
Um filme que queria ser grandioso, mas é apenas mais um título que fica bem melhor nos consoles.
Nota - 2
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